Como quem está de passagem
de Rui Costa
Este es el precio que tus clientes ven. Editar lista de precios
Acerca del libro
O projeto Como quem está de passagem reuniu um conjunto de fotografias com o intuito de representar a efémera relação existente entre os cidadãos e o espaço urbano da cidade de Lisboa. Tendo como objetivo questionar esta desconexão, caracterizada pela constante mobilidade e ritmo diário dos seus habitantes, os elementos são geralmente apresentados sem que haja uma identidade associada, abrangendo assim a generalidade dos ocupantes dos grandes centros, e incluindo as mais diversas origens culturais e sociais.
A escolha do tema apresenta toda a pertinência e motivação para o autor, não só pela imprevisibilidade e liberdade resultantes da abordagem fotográfica escolhida i.e, fotografia de rua, como também pelo interesse em observar os locais de maior concentração e densidade populacional, consequentes da centralização económica e oportunidades inerentes, aumentando o ritmo de quem aqui vive numa direção oposta à qualidade desejada e onde o tempo, sempre relativo, fragmenta cada dia em breves instantes.
Deambulando por caminhos de contraste, entre cidadãos de passagem e ocupantes de um espaço, vultos são congelados pelo tempo e nas ruas se vislumbram.
Através da mobilidade constante de figuras anónimas, presentes numa ausência de individualidade e condicionadas pelo ritmo que o seu quotidiano impõe, assistimos a um ciclo que se renova a cada momento e se repete na indefinição de identidade dos personagens.
Habitantes de um lugar sem pertença, elementos de uma cidade em permanente viagem.
A escolha do tema apresenta toda a pertinência e motivação para o autor, não só pela imprevisibilidade e liberdade resultantes da abordagem fotográfica escolhida i.e, fotografia de rua, como também pelo interesse em observar os locais de maior concentração e densidade populacional, consequentes da centralização económica e oportunidades inerentes, aumentando o ritmo de quem aqui vive numa direção oposta à qualidade desejada e onde o tempo, sempre relativo, fragmenta cada dia em breves instantes.
Deambulando por caminhos de contraste, entre cidadãos de passagem e ocupantes de um espaço, vultos são congelados pelo tempo e nas ruas se vislumbram.
Através da mobilidade constante de figuras anónimas, presentes numa ausência de individualidade e condicionadas pelo ritmo que o seu quotidiano impõe, assistimos a um ciclo que se renova a cada momento e se repete na indefinição de identidade dos personagens.
Habitantes de um lugar sem pertença, elementos de uma cidade em permanente viagem.
Sitio web del autor
Características y detalles
- Categoría principal: Fotografia callejera
-
Características: Carta de EE. UU., 22×28 cm
N.º de páginas: 72 - Fecha de publicación: may. 07, 2021
- Idioma Portuguese
- Palabras clave Portugal, fotografia, rua, lisboa
Ver más
